Já agora, caro leitor, mais um pouco de paciência. Eu sei que o texto vai longo mas ainda aguenta duas ou três linhas.
Se isto é um adeus, e de certeza que é um fim de ciclo, não posso esquecer quem, durante este tempo, me apoiou e também quem me desafiou; quem chorou comigo e quem me fez rir; quem me estendeu a mão e quem me ensinou a levantar sozinho; quem caminhou a meu lado e quem me arrastou consigo…
Se isto é um adeus, e de certeza que é um fim de ciclo, não posso esquecer quem, durante este tempo, me apoiou e também quem me desafiou; quem chorou comigo e quem me fez rir; quem me estendeu a mão e quem me ensinou a levantar sozinho; quem caminhou a meu lado e quem me arrastou consigo…
E ficar profundamente reconhecido a todos os que me deram a prenda da sua amizade.
E embora não recorde todos os nomes tenho a certeza que algures cá dentro há uma pequena parte de mim que também lhes pertence.
Para os outros eis uma pequena história:
“ Numa equipa de futebol, o guarda-redes é para os colegas a derradeira esperança e para os adversários a última barreira. Para um dos lados é o alvo a abater e para o outro, apenas, o bode expiatório. É o saco de pancada e a vítima maior das circunstâncias.
“ Numa equipa de futebol, o guarda-redes é para os colegas a derradeira esperança e para os adversários a última barreira. Para um dos lados é o alvo a abater e para o outro, apenas, o bode expiatório. É o saco de pancada e a vítima maior das circunstâncias.
Cai e ergue-se vezes sem conta. Aliás as quedas são, muitas vezes, artifícios e as melhores ferramentas para o seu desempenho. Quando o julgamos batido eis que se levanta, enraivecido e, mais forte e motivado, continua.
Muitas vezes armado em cavaleiro solitário de cruzadas inúteis."
É preciso ter pancada… mas há pessoas assim.
.
Sem comentários:
Enviar um comentário